fotografia: A edição de 2026 do renomado concurso internacional Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano, promovido pelo Museu de História Natural de Londres, revela ao público 100 imagens finalistas entre mais de 65 mil inscritas. Entre as fotos que emocionaram os jurados pelo mundo, destaca-se um retrato feito no Pantanal brasileiro: um urubu-de-cabeça-preta repousa sobre a carcaça de um jacaré, registrado pelo fotógrafo Andrew Parkinson. A exposição com os registros finalistas acontece de 16 de outubro de 2026 a 11 de julho de 2027 na capital britânica..
A edição de 2026 do renomado concurso internacional Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano, promovido pelo Museu de História Natural de Londres, revela ao público 100 imagens finalistas entre mais de 65 mil inscritas. Entre as fotos que emocionaram os jurados pelo mundo, destaca-se um retrato feito no Pantanal brasileiro: um urubu-de-cabeça-preta repousa sobre a carcaça de um jacaré, registrado pelo fotógrafo Andrew Parkinson. A exposição com os registros finalistas acontece de 16 de outubro de 2026 a 11 de julho de 2027 na capital britânica.
As imagens selecionadas passam por rigorosos critérios de originalidade, excelência técnica e impacto narrativo. Entre os temas abordados, há flagrantes da vida animal em diferentes continentes, como uma orca adulta protegendo um filhote na Noruega, rãs-touro jovens em Botsuana conhecidas por sua voracidade e até cenas que misturam natureza e urbanização, como o voo do andorinhão-preto cruzando os céus do aeroporto de Heathrow, em Londres. Um dos destaques tecnológicos foi a foto de um urso-polar clicado a partir da perspectiva de uma foca, usando dispositivos subaquáticos especiais.
Por que isso importa
A presença de registros do bioma brasileiro em um concurso dessa relevância internacional valoriza a riqueza da biodiversidade nacional e destaca a importância de áreas como o Pantanal para a conservação da fauna global. A fotografia do urubu e do jacaré, por exemplo, chama atenção para o papel fundamental dos animais carniceiros nos ecossistemas e revela hábitos pouco documentados em registros populares. Além disso, a difusão dessas imagens incentiva reflexões sobre os desafios da proteção ambiental na atualidade, oferecendo ao público uma conexão visual com as realidades naturais do planeta, inclusive do Brasil.
O concurso também destaca a conexão entre natureza e avanços tecnológicos, como ocorreu no “close” de um mosquito sobre uma jararaca, capturando a simbiose — e a tensão — entre espécies em diferentes ambientes. Para os brasileiros, ver cenas familiares, como as do Pantanal, em uma mostra internacional, reforça o orgulho nacional e a urgência em preservar o patrimônio natural.
O que vem a seguir
Os vencedores da edição 2026 serão revelados pouco antes da abertura oficial da exposição em Londres, com entrega dos prêmios marcada para as datas iniciais do evento. Depois, as imagens seguem em itinerância para outros países, abrangendo diferentes públicos e ampliando o alcance da mensagem sobre conservação em escala global. No Brasil, fotógrafos e pesquisadores esperam que o reconhecimento internacional reforce políticas de proteção à fauna e incentive o turismo sustentável, sobretudo em regiões de alta relevância ecológica como o Pantanal e a Amazônia.
Para quem se interessa por fotografia, natureza ou ecologia, a exposição representa uma oportunidade de contato direto, ainda que à distância, com a exuberância e os desafios do reino animal. Fique por dentro das novidades ambientais e culturais do Brasil acessando amazonclimate.live.


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